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Estudo da OIT mostra que o desemprego entre jovens é o maior desde 2002

Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010 às 10:28
Estudo da OIT mostra que o desemprego entre jovens é o maior desde 2002 Relatório da OIT, Organização Internacional do Trabalho, reforça campanha da UGT pela inclusão produtiva dos jovens, vítimas preferenciais do desemprego A taxa de desemprego entre jovens de todo o mundo atingiu em 2009 o maior nível em oito anos e deve seguir o movimento de alta, fechando 2010 com 81,2 milhões de jovens fora do mercado de trabalho. O relatório anual Tendências Globais de Emprego para a Juventude, organizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), mostra que no ano passado o índice de desemprego entre pessoas com idade entre 15 e 24 anos chegou a 13% - ou 81 milhões dos 623 milhões de jovens economicamente ativos. O resultado é o maior da série histórica do levantamento, realizado desde 2002. A taxa de desemprego entre os maiores de 25 anos em 2009 foi de 4,9%, segundo o levantamento. Na comparação com os adultos, a taxa de desemprego entre jovens é 2,8 vezes superior. No Brasil, ela chega a 3,2 vezes, de acordo com dados de 2008. O grande contingente de jovens desempregados deve-se, de acordo com a OIT, aos desdobramentos da crise financeira mundial. No período de 2007 a 2009, o número de desempregados nessa faixa de idade aumentou 7,8 milhões, passando de 11,9% para 13%. A expectativa da entidade é de que essa taxa cresça neste ano para 13,1% e tenha um ligeira recuo em 2011, para 12,7%. "Geração perdida" ? A OIT observa que a falta de experiência é um dos principais empecilhos para que esses jovens retornem ao mercado de trabalho, o que torna mais demorada sua reincorporação em relação aos adultos. É por isso, segundo a entidade, que o desemprego nessa faixa etária deve seguir em nível elevado nos próximos anos, formando o que chamou de "geração perdida". O estudo alerta que o período de afastamento pode gerar transtornos a esses jovens, como a perda de ânimo e autoestima, "o que pode comprometer as perspectivas de emprego". A pesquisa destaca ainda o custo da ociosidade provocada pelos reflexos da recessão mundial, como os investimentos em educação e redução das contribuições para os sistemas de seguridade social. "Não ter esse potencial no mercado é um desperdício econômico e pode minar a estabilidade social", avalia o diretor-geral da OIT, Juan Somavia. A juventude de países em desenvolvimento, como o Brasil, é a que mais sofre com os impactos de uma crise. Segundo a pesquisa, os jovens desses países são mais vulneráveis ao subemprego e à pobreza, enquanto os de nações mais pobres não costumam ser demitidos - eles têm as horas de trabalho ou os salários reduzidos. Nos dois tipos de economia, as demissões acabam empurrando os jovens para o mercado informal, alternativa em crescimento entre a faixa etária de 15 a 24 anos. O relatório mostra ainda que, em 2008, os jovens representaram 24% dos pobres inseridos no mercado de trabalho mundial. No geral, os trabalhadores de baixa renda são 18,5% da mão de obra mundial. O relatório aponta também que a taxa de desemprego entre os jovens é agravada por variáveis como sexo e região. Entre as mulheres, a desocupação chegou em 2009 a 13,2%, superior aos 12,9% observados entre os homens. No Norte da África, por exemplo, a taxa de desemprego nessa faixa etária foi de 23,3% no ano passado, enquanto na União Europeia foi de 17,3%. Na América Latina, a taxa ficou em 14,3% e no Sul da Ásia, em 14,5%. A região com a menor taxa de desocupação entre os jovens foi no Leste da Ásia, de 8,6%. Fonte: OIT, Brasil
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